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Dicas de como manter a água da sua piscina em tempos de estiagem

Dicas de como manter a água da sua piscina em tempos de estiagem

Em tempos de baixa pluviosidade, a escassez de água é um dos grandes problemas diários. Com intenção de evitar um consumo exacerbado de água, visto que os reservatórios de água de muitas regiões encontram-se em nível baixíssimo, reforçando a responsabilidade de cada um com o consumo de água. Desta forma, separamos algumas dicas para auxiliar o cuidado com a sua piscina de forma econômica e eficiente.

1. Capa térmica ou de proteção: a cobertura reduz os níveis de evaporação em taxas aproximadas de 90%. E também, evita que materiais indesejados, como folhas, galhos, fuligem e outros tipos de sujeira, degradem a limpeza da piscina (obs: capa de proteção com material furado, tipo peneira, não garante grande redução do nível de evaporação)

2. Tratamento correto: afim de evitar a troca e reposição de água, é necessário o uso correto de produtos para a manutenção da água. Descuidar do tratamento da aguá pode resultar em acumulo que sujeiras que só poderão ser eliminadas com drenagem.

3. Nível adequado da água: A medida recomendada varia entre 10 e 15 cm abaixo do nível da margem. Desta maneira, evita-se o transbordamento da água durante o uso.

4. Lavagem do filtro: a utilização do filtro em toda a sua capacidade resultará em menos lavagens do mesmo. Uma unica limpeza mais profunda pode gastar menos água do que duas ou três limpezas com a mesma quantidade de sujeira acumulada dentro do filtro.

Para qualquer dúvida ou solicitação de acompanhamento profissional, nós da Aqualy Piscinas estamos à disposição.

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Tratamento correto da água

Tratamento correto da água

Por mais que a água pareça estar visivelmente azul, muitos microorganismos que fazem mal à saúde podem estar infestados em uma piscina que deixa de receber os tratamentos adequados. Por isso, hoje nós trazemos algumas dicas para você.

 

A sua piscina precisa estar limpa e com a água bem tratada durante todos os dias do ano, para você poder usufruir bem dela no verão. Além disso, tratar bem a água da piscina ajuda a prevenir o ambiente para a não reprodução das larvas do Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue, do Zika Vírus e da Chicungunya.

 

O tratamento precisa levar em conta, principalmente, três fatores: a remoção das sujeiras, o bom funcionamento do filtro e o uso correto dos produtos químicos. Para manter a água sempre limpa e saudável é preciso manter dois tipos de tratamento: o físico e o químico, agora veja alguns exemplos de águas alteradas.

Agende agora uma visita nossa, para fazermos a limpeza e o tratamento necessário da sua piscina.

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Como prevenir a sua piscina da proliferação de doenças

Como prevenir a sua piscina da proliferação de doenças

Descubra como proteger a sua piscina e a sua saúde.

É comum que a utilização da piscina seja mais frequente no verão, enquanto isso a água parada se mal cuidada pode se tornar um pesadelo. Se a água estiver infectada, há o risco de contrair doenças, como hepatite A, pneumonia, diarreia, micoses de pele e até infestação de piolhos.

Como cuidar da água de sua piscina e se proteger de doenças?

Há alguns sinais de limpeza que podem ser observados por qualquer pessoa antes de dar um mergulho. A água, por exemplo, deve ser cristalina e não turva, podendo ver o chão. As bordas e azulejos não podem estar pegajosos ou escorregadios – é nesse lodo que a bactéria Legionella fica e, no caso de piscinas aquecidas, pode ser inalada ao se misturar no vapor. Outra sugestão é ficar atento ao barulho do motor de filtragem para saber se está funcionando.

Mesmo em uma piscina limpa, contudo, há o risco de haver contaminação, já que alguns germes não morrem imediatamente após o início do tratamento da água. O infectologista Queiroz ressalta que o risco de doenças não está apenas dentro da piscina, mas também em volta dela. “De uma maneira geral, o cloro mata os fungos, porém na água em volta da piscina, naquele chão molhado, o cloro evapora muito rápido, especialmente no calor. É um local excelente para a proliferação de fungos porque todos estão andando descalços”, afirma o médico. Lavar e secar bem os pés e usar chinelos são algumas medidas para evitar que a pele fique suscetível a infecções fúngicas.

Portanto realize uma limpeza frequentemente em sua piscina utilizando a peneira para retirar dejetos maiores, use o aspirador para a limpeza de sujeiras que se instalam ao fundo da piscina e faça a aplicação de cloro.

Como clorar corretamente a piscina?

Antes de pensar em encostar no balde de cloro, lembre-se dos equipamentos de proteção necessários: par de luvas, máscara e óculos de proteção e etc.

Depois de se proteger, vamos então à cloração da piscina de fato…

1º Passo: faça a análise da alcalinidade e do pH da piscina e ajuste-os se necessário. O pH da Piscina deve estar entre 7,2 e 7,4. Já a alcalinidade deve permanecer entre 80 e 120 ppm. A manutenção destes níveis de alcalinidade e pH são essenciais para manter o poder de desinfecção do cloro na piscina.Mais sobre pH e alcalinidade em piscinas.

2º Passo: depois desta preparação da água podemos partir para o cloro. Encha até a metade de um balde plástico com água da própria piscina. Se a quantidade de cloro a ser colocada na piscina for pequena, coloque-a no balde e misture com o auxílio de algo plástico, que pode ser uma grande colher plástica.

3º Passo: depois de misturar completamente o cloro dentro do balde, jogue-o na piscina espalhando por toda a superfície.

4º Passo: deixe a piscina filtrando por aproximadamente uma hora para que o cloro se espalhe de maneira homogênea na piscina.

5º Passo: depois deste período de homogenização, meça o cloro livre novamente e verifique, se ele estiver abaixo de 1 ppm, é necessário realizar outra aplicação. Caso o cloro esteja entre 1 e 3 ppm, nossa missão está comprida: a piscina estará desinfetada, ao menos pelas próximas horas.

Erros comuns ao clorar a piscina

A ideia de clorar a piscina é simples e não envolve nenhuma ciência avançada, entretanto é importante evitar alguns erros comuns como: jogar o cloro direto na piscina, pois em geral as pessoas não tem muito tempo ou paciência para lidar com a manutenção da piscina.

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Dicas para manter a água da piscina sempre limpa

Dicas para manter a água da piscina sempre limpa

Uma piscina sempre limpa é essencial para que os banhistas possam aproveitar o momento com segurança e saúde. Veja abaixo algumas dicas sobre o tratamento de água adequado para piscinas e como deixá-las sempre prontas para o uso.

1. O controle do pH é essencial à uma piscina sadia.

Mantenha sempre o pH da água de sua piscina ajustado dentro do padrão recomendado. Uma piscina com pH muito alto irrita os olhos. Por isso não se esqueça: o nível de pH deve se manter sempre entre os níveis 7,2 e 7,6. Aproveite a ocasião para ajustar também a sua alcalinidade total da água e fique livre das reclamações.

 

2. As algas e as bactérias podem sobreviver ao tratamento de água com cloro?

 

É possível, se o tratamento for feito de forma inadequada. Piscinas com pouco cloro ou com excesso de ácido cianúrico, por exemplo, podem diminuir a ação oxidante do cloro permitindo que as algas e, posteriormente, as bactérias encontrem um ambiente onde possam se proliferar. Caso a água da piscina realmente apresente níveis de ácido cianúrico maiores do que 50 ppm, a única solução é drenar parcialmente a água da piscina e repô-la com água nova.

 

3. Aparência não é tudo!

A aparência, embora importante, não é a única forma de determinar se uma piscina está limpa e saudável. É preciso que esta limpeza ocorra também no nível microbiológico, de forma a não afetar a saúde de seus usuários, eliminando o risco de transmissão de infecções tais como hepatite, otite, micoses, entre outras.

 

4. O que fazer se a água se apresenta turva e como clarificar a piscina?

Uma das principais razões da turbidez da água é a presença de partículas em suspensão. Existem duas formas de diminuir a turbidez da piscina: Clarificação (se a água estiver opaca, sem brilho) e Decantação (quando a água da piscina estiver muito suja).

 

5. Fatores que prejudicam a limpeza e tratamento de piscina

Uma piscina pode ter sua limpeza prejudicada tanto pelo ambiente quanto pelos usuários. Chuvas e ventos podem interferir na qualidade da água. Os usuários, por sua vez, podem trazer para o ambiente da piscina elementos tais como suor, loções e óleos, urina e principalmente doenças contagiosas. A manutenção regular previne o aparecimento destes problemas e torna a piscina segura para uso.

 

6. Como funciona a filtração da água?

O sistema de filtração tem a função de limpar a água através da areia que está dentro do filtro, removendo as partículas de sujeira tais como cabelos, folhas, algas e outras impurezas que reduzem a ação dos produtos químicos.

 

7. Como estar certo de que a piscina está própria para o uso?

Em primeiro lugar inspecione visualmente a piscina e observe se a água está cristalina, sem depósitos de sujeira no fundo, sem nenhum tipo de contaminação aparente, sem manchas – na água e nas bordas – e sem formação de espuma. Odores estranhos também podem ser indicativos de problemas.

 

8. O que garante que minha piscina esteja sempre limpa e saudável?

Para assegurar que sua piscina esteja em condições de uso, recomendamos seguir uma tabela de tratamento abaixo, que detalha os procedimentos que devem ser adotados para manter sua piscina limpa e saudável tanto nos meses quentes (quando ela é usada com mais frequência) quanto nos meses frios.

 

9. Os passos para uma boa limpeza da piscina

  • Primeiro passo: Retire todas as impurezas físicas visíveis da água. Escove a lateral o fundo da piscina antes de aplicar o produto de limpeza.

  • Segundo passo: No fim da tarde, após o sol ter se posto, em um balde cheio de água despeje todo o produto do saco n° 1 (vermelho) no balde, dissolvendo bem, espalhando em partes iguais em toda a superfície da piscina. O produto desse saco não tem uma boa dissolução. Sendo assim, certifique-se que o produto está totalmente dissolvido antes de aplicar na piscina.

  • Terceiro passo: Após a aplicação do saco 1, lave bem o balde e inicie o tratamento com o produto do saco nº 2 (azul) despejando o conteúdo necessário no balde cheio de água dissolvendo bem e espalhando por toda a superfície da piscina até garantir que todos os produtos se misturem na água. Em seguida deixe de repouso até o dia seguinte.

  • Quarto passo: No início do dia e com a água já cristalina, remova os resíduos já depositados no fundo da piscina través da aspiração.

  • Quinto passo: Ligue o filtro na posição “DRENAR” para que os despejos não passem pelo equipamento. Importante! Siga as instruções do equipamento.

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Cuidados com a pele exposta ao sol

Cuidados com a pele exposta ao sol

Durante o verão, a radiação solar incide com maior intensidade na Terra, aumentando o risco de queimadura solar e câncer de pele. Por isso, devemos ter cuidados especiais com a proteção das crianças, especialmente quando ocorre a maior exposição ao sol.

Durante os primeiros 6 meses de vida, os bebês não devem utilizar filtro solar, pois as substancias químicas da formulação podem ser absorvidas pela pele. Portanto, evitar superexposição e usar roupas adequadas são da maior importância nessa faixa etária.

A partir dos 6 meses de vida as exposições solares devem ser curtas e em horários apropriados. Queimadura solar em crianças abaixo de 1 ano de vida pode ser grave e constituir emergência médica.

Ao longo de toda a infância a exposição solar deve ser feita, sempre, até as 10 horas e após as 16 horas, quando os raios solares são menos intensos. Portanto, passeios e atividades ao ar livre devem ser feitos no início da manhã ou no final da tarde.

 

Nas exposições solares prolongadas (em praias, clubes e piscinas), além do filtro solar, recomendamos o uso de chapéu e roupas de algodão, porque eles retêm cerca de 90% das radiações solares. A crianças maiores e adolescentes, orientamos o uso de óculos de sol a fim de também prevenir catarata e lesão da córnea.

 

O mais indicado é a permanência na sombra ou no guarda-sol pelo maior tempo possível. É importante lembrar que permanecer na sombra ou sob o guarda-sol não garante proteção total, pois a areia e o cimento são superfícies refletoras dos raios solares. Assim, o uso do filtro continua sendo necessário.

 

Nos dias nublados o protetor solar também deve ser aplicado. Apesar de o sol estar encoberto, 80% das radiações ultravioletas atingem a superfície da Terra e podem causar queimaduras.

Recomendações sobre o uso do filtro solar

  • Os filtros solares contêm em sua formulação substâncias que absorvem ou bloqueiam as radiações ultravioleta. Porém, o seu uso não deve ser uma desculpa para deixar as crianças expostas ao sol por tempo prolongado.

  • O produto deve ser adequado à pele mais sensível da criança. Os filtros físicos são mais indicados por terem menos substancias químicas. As versões com Fator de Proteção Solar (FPS) 15 ou 20 podem ser usadas no dia a dia e o FPS 30 ou superior é ideal para exposições ao sol mais prolongadas. O pediatra ou o dermatologista podem orientar qual o melhor tipo de filtro solar para cada caso.

  • O filtro tem de ser aplicado 20 a 30 minutos antes da exposição ao sol, para que haja tempo de ser absorvido e desempenhar o efeito protetor.

  • Devemos aplicá-lo em todas as áreas expostas, inclusive orelhas, dorso das mãos e dorso dos pés. E passar cuidadosamente ao redor dos olhos, evitando as pálpebras inferiores e superiores. As crianças têm o hábito de esfregar os olhos e alguns produtos podem ser irritantes. Se ocorrer ardor ou irritação, lave os olhos imediatamente.

  • Mais um ponto: nas praias, o protetor solar deve ser aplicado também debaixo das roupas, uma vez que a radiação solar pode penetrar alguns tipos de tecidos, principalmente se estiverem molhados. É importante salientar que camisetas de malha de cor branca conferem pouca proteção, permitindo a passagem da radiação ultravioleta e, se estiverem molhadas, praticamente não apresentam proteção.

  • Os protetores solares ainda devem ser passados normalmente a cada duas horas de exposição e após a imersão em água, sempre com a pele bem seca antes da reaplicação.

  • Antes da primeira aplicação, o filtro solar precisa ser testado em uma pequena área da pele para observar se alguma irritação ocorre em 24 horas. O melhor local para o teste é a superfície interna do antebraço.

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Sistema de aquecimento solar para piscinas

Sistema de aquecimento solar para piscinas

Não é a água fria que vai te impedir de entrar na Piscina! Conheça o sistema de aquecimento solar, que mantém a temperatura ideal da água durante o dia e a noite, para dar aquele mergulho de respeito e aproveitar muito mais a sua piscina.

As três formas de aquecimento de piscina mais usadas são o sistema solar, a gás e de bombas de troca de calor (que funcionam com energia elétrica). Esses sistemas são bem parecidos em seu esquema hidráulico, em que uma bomba leva a água da piscina até o elemento aquecedor, de onde retorna aquecida. Também são semelhantes no funcionamento do controle de temperatura – onde, basicamente, a temperatura da água na piscina é medida por sensores que fazem o sistema ser acionado ou desligado, mantendo o aquecimento no nível desejado. “A grande diferença está na fonte de energia que cada sistema necessita”, diz Ronaldo Yano Toraiwa, engenheiro do Dasol – Abrava (Departamento Nacional de Aquecimento Solar da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento).

A temperatura ideal da água para prática de esportes costuma ser entre 26ºC e 27ºC; para lazer, de 29ºC a 30ºC; e para spas e fins medicinais, pode chegar a 32ºC. No aquecimento, entretanto, a água é elevada a temperaturas mais altas do que isso – de 40ºC a 45ºC – porque depois ela irá se misturar ao grande volume de água da piscina, que se encontra a temperaturas mais baixas.

A potência necessária para o aquecimento da água pode variar, por exemplo, conforme a região do Brasil onde a piscina está instalada, se ela está em ambiente interno ou externo, se a piscina está “enterrada” ou em local com laje. Também é importante saber a área da superfície da água, que é a via pela qual se dá a maior parte da perda de temperatura.

Quanto à tubulação, grande parte das instalações utiliza o PVC, mas algumas também adotam o polipropileno. “Vemos o equipamento que vai ser usado e escolhemos uma tubulação com diâmetros compatíveis com ele”, diz Dejair Luiz, diretor da área técnica da Hidráuli.

Toraiwa alerta para a qualidade do produto e da mão de obra de instalação: “É necessário conciliar bons produtos, etiquetados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), com uma boa instalação”.

O que é Aquecimento solar

Os coletores típicos são formados por mangueiras que passam por placas que ficam expostas ao sol. As placas podem ser feitas com polipropileno ou borracha de EPDM (na cor escura, para absorver melhor os raios do sol), ou com tubos de vidros especiais.

O Funcionamento e características do sistema: a água é bombeada para dentro dos coletores, que transmitem o calor captado do sol, aquecendo-a. Os coletores solares são geralmente instalados em telhados e lajes, mas podem ser instalados no próprio chão, com inclinação e direção que busquem a melhor exposição ao sol. Geralmente o desempenho do sistema está ligado à condição de tempo ensolarado. Por isso, costuma-se empregar um sistema auxiliar, como bombas de troca de calor ou aquecedores a gás.

Como Escolher

A quantidade e tamanho dos coletores são selecionados de acordo com a área de superfície da piscina. No País, conforme a região, entre outros fatores e orientações do projeto, esse dimensionamento varia de 50% a 120% da área da piscina para a área coletora. Ou seja, uma piscina com 100 m² de área pode demandar de 50 a 120 m² de coletores

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7 Exercícios para praticar na piscina

7 Exercícios para praticar na piscina

Nos dias de altas temperaturas é difícil vencer a preguiça e driblar o calor na hora de ir malhar. As atividades físicas na água são uma ótima opção para quem deseja se refrescar sem deixar de lado os exercícios físicos.

Segundo Mariane Herdy, personal trainer e instrutora de pilates, exercícios feitos debaixo d’água são de baixo impacto e ajudam a definir os músculos.

“A hidroginástica, principalmente a feita com caneleiras adaptadas à prática, é um bom exercício para definir as pernas”.

Por diminuir os riscos de lesões musculares, os exercícios na água também são uma ótima opção para pessoas da terceira idade.

“Também é uma alternativa para pessoas obesas, com alguma necessidade especial ou em processo pós-operatório”.

Exercícios na piscina que emagrecem

Veja abaixo sete dicas de exercícios aquáticos ajudam a emagrecer e esculpir o corpo e podem ser feitos na piscina de casa ou do clube:

Corrida: dentro d’água e durante alguns minutos, corra de uma borda da piscina à outra tentando levar os joelhos até a altura dos quadris.

Caminhada: se a ideia for fazer um exercício leve, a caminhada na água é uma boa opção porque exige mais força do músculo, mas tem risco de lesão reduzido.

Braçadas: segundo a personal trainer, para definir os braços a dica é apostar na natação. “Praticar de duas a três vezes por semana em intensidade moderada garante bons resultados”, diz.

Vai e vem: o espaguete, usado para brincar na água, pode ser instrumento de exercício aquático. Com os braços esticados na altura dos ombros, segure o espaguete e faça movimentos para frente e para trás e depois para cima e para baixo. Isso ajudará a fortalecer os braços.

Empurra: outro exercício consiste ficar com os braços semiflexionados abertos na linha dos ombros e fazer o movimento de empurrar a água para abrir e fechar os braços. A palma das mãos deve estar virada para frente, os pés apoiados no chão e as penas afastadas na largura dos quadris

Chute: de costas para a borda da piscina e com os braços apoiados no espaguete ou na própria borda, eleve os joellhos até formar 90º e estenda as pernas para a frente como se estivesse dando um chute

Pernas: flexionar os joelhos para trás, levando o calcanhar até os glúteos para é uma boa opção de exercício, que pode ser feita com o espaguete apoiado no peito do pé.

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10 Opções de revestimentos para dentro e fora da Piscina

10 Opções de revestimentos para dentro e fora da Piscina

Confira as principais tendências de revestimentos para a parte interna e externa da piscina. Sabia que há tempos as piscinas não são mais apenas azuis? Veja opções verdes, brancas e com aspectos naturais, de pedras e seixos.

Os mais recentes lançamentos de revestimentos internos se aproximam dos efeitos da natureza. Tanto as pedras lisas quanto as de formato arredondado, em seixos, dão aspecto de piscinas naturais. Já entre as pastilhas, os formatos ganham tamanhos menores, e a busca é pelo efeito mais claro.

“Há algum tempo, as piscinas deixaram de ser somente azuis. Opções com características naturais levaram ao interior das piscinas o verde e o branco. O verde está ligado à natureza, e o branco faz com que a água reflita a cor do céu”, diz Arthur Grangeia, diretor comercial da Colormix. Ele explica que, no conceito de tons naturais, as pedras e os seixos são as apostas, além de mosaicos artísticos. E se as cores diferentes são o novo caminho, o vermelho tem sido apontado como tendência para 2016, pela Vidrotil. “Como as cores são cada vez mais exploradas nos projetos, ele surge entre as opções”, explica Ruth Fingerhut, consultora de tendências da Vidrotil.

Para as bordas e piso externo, os revestimentos atérmicos e antiderrapantes são os queridinhos. Tons claros predominam, e os efeitos amadeirados se mantêm em alta.

Opções de revestimento Interno

Pastilhas
vermelhas

Da coleção Monocromática,
da Vidrotil.

Pedras
naturais

A Palimanan tem a pedra Hijau Lisa (foto) e Bruta.

Textura dos seixos

Os seixos Fukien, da Colormix, para áreas internas e externas.

Bordas e parte interna

O Dekton não arranha e também não perde  o brilho.

Estampas na cerâmica

Estampas diretamente na cerâmica, aspecto artístico que encanta.

Efeito mediterrâneo

Da linha Mediterrânea, as pastilhas Azul Ibérico, da Jatobá.

Revestimento Externo

Piso e
painel

Atérmica e anti-derrapante Pacific, da Castelatto, composta por conchas marinhas.

Deque de porcelanato

O porcelanato Deck Eko Caramello, da Biancogres, imita a textura da madeira.

Revestimento claro

Ideal para pisos de ambientes externos molhados, o Saara, da Lepri, é antiderrapante.

Pastilhas antiderrapantes

Para decks e áreas molhadas, pastilhas de porcelana anti-derrapantes da série Ilha, da Atlas.
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